As Transformações para o Retorno à Pureza.

   
 
 
   TRANSFORMAÇÕES PARA O RETORNO À PUREZA

 

                                                             

Salve!

Assim saudamos a todos! Porque, quem conhece Cultura Racional está salvo;

por estar conhecendo o Mundo de nossa Raça e sabendo como voltar para

ele, através de uma Obra que é o fruto da IMUNIZAÇÃO RACIONAL.

 

Já nascemos infinidade de vezes  em forma de ser material, neste Mundo

de matéria; porque a Natureza é de transformações em novas gerações de

corpo de vida e, sempre, de cada mesma pessoa Racional com forma de animal.

 

Lembrando aqui que, há dois distintos cômputos da trajetória evolutiva da

Natureza:  

Há uma trajetória que é Cosmogônica; porque abarca  o Universo como um

todo – esta parte deformada – desde o seu princípio evolutivo de ser; desde uma

Base de Origem  de onde tudo isso deste Plano Universal em deformação

partiu submetendo-se a todas as suas 21 transformações; transcorridas

pelos 21 degraus (ou eternidades) de degradação da pureza que todos

tinham. E assim foi que viemos nos transformando, como até hoje.

 

E circunscritas nesses 21 degraus, há também as 18 eternidades, ou degraus

estritamente antropológicos,pelos quais viemos nos transformando

em novas vidas; pois somos transformações de máquinas velhas para

novas máquinas viventes. E essa evolução Antropológica, alcançou o

seu estágio civilizado, somente na 17ª eternidade que durou até bem pouco,

 

 E agora, com a mudança para a 18ª Fase Antropológica da

natureza humana, de animal para  Aparelho Racional; foi que entramos

pela 21ª Fase Cosmogônica adentro, a Fase Racional.

Depois de Aparelho Racional, é que iremos mudar para  a 2ª parte evolutiva

da natureza Racional humana (=19ª eternidade Antropológica física e social).

vamos chegar a um auge de desenvolvimento antropológico na 20ª dessas

eternidades; aquela em que a humanidade alcançará o Grau de Supremacia

Racional; de quando prevalecerá a hegemonia da vida.  

 

Aí teremos chegado à parte superior do Conhecimento Cultural Racional

que é a sua última parte. Então, daí é que advirá a 21ª e última eternidade

da existência do Ser Humano sobre a Terra. Será o fim da existência

desses dois Mundos em um só Mundo materializado; pois se encerrará

aí também a 21ª Eternidade Cosmogônica; pela volta de todos para

o Mundo Racional.

  

E o que é que volta para o nosso verdadeiro Mundo de Origem que,

 é o Mundo Racional?

O que vai para o lugar de origem é o corpo de energia elétrico e

magnético que, é um corpo formado por 7 sementes fluídicas que

lhe dão essa composição Racional deformada.

 

As Energias que fluem de todos esses corpos de Energia Racional

 (assim deformados); são elas que produzem e organizam, invisivelmente,

a vida de todos os Seres dos Reinos Orgânicos.

 

E que se trata de “os 7 Reinos”; pois nessa heptarquia é que estão

“as 7 Partes do porquê todos assim somos”. Para ver que essa nossa

natureza antropológica, a de viventes humanos, ela é adequada à

Natureza de amplitude Cosmogônica que fez de cada qual de nós, um

Centro Astrológico; com 3 psicomáquinas dentro da cabeça:

A máquina da imaginação; a máquina do pensamento e a máquina

do raciocínio. Cada qual teve o seu próprio tempo de desenvolvimento.

Mas, pensando a mente humana ficou confusa; a ponto de achar que a Fase

do raciocínio fosse uma extensão da mesma Fase do Pensamento; o que não

tem cabimento algum. Pensando, achávamos que pensamento e raciocínio 

fossem componentes do mesmo processo cognitivo.  Assim poderia ser, só

se tivessem, ambos, a mesma vida vital (a mesma Energia de desenvolvimento

de sua mecânica). Isso não se dá, pois o pensamento é animal e o raciocínio é

Racional. O pensamento não teve origem onde originou-se o raciocínio.

 

Somente a ORIGEM é que podia chegar até nós que, somos Seres dessa

mesma origem e, nos dizer: “Aqui está a sua Origem”.

 

Claro. Você se sente provocado, inquieto. E que, não é para menos;

afinal, essa Obra aqui divulgada, de Cultura Racional, não há nela,

nenhum conhecimento extraído do saber deste Mundo e sim,

a verdade que, é uma só, expondo-nos da forma mais simples e clara,

tudo quanto precisamos e necessitamos conhecer da formação do

Mundo e dos Seres que o habitam; esclarecendo-nos da origem

de tudo; do que tudo era, antes de assim ser; e, de como chegou a ser

o que é, como uma decorrência da degeneração e deformação da Natureza.

Este abrasamento íntimo que te impele, o LIVRO o apascenta.

 

Tenhamos todos: saúde, paz e concórdia.

 

 

 

 

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Ele Divulgou o Conhecimento real da realidade ao Mundo

                           
                                               ELE DIVULGOU AO MUNDO O CONHECIMENTO
                                      
 
 
              
              

O Sr. Manoel, ele foi que deu a Conhecer, a este Mundo:

a IMUNIZAÇÃO RACIONAL que é:

o Conhecimento de Salvação Racional. 

 

  “Salvação” quer dizer: “Salvação Eterna”; isto é:

a mudança, de todos, deste Mundo de  onde não somos,

para o Mundo de onde viemos; porque, é de lá –

do MUNDO RACIONAL – que somos.

 

As transformações são o passaporte

para a Vida Eterna.

 

Vamos saber o porquê, lendo os Livros de

Cultura Racional: "UNIVERSO EM DESENCANTO".

 

Tenhamos todos: saúde, paz e concórdia!

Palestra do Prof. Clay Hardman de Araújo

       

PALESTRA DO PROFESSOR CLAY HARDMAN DE ARAÚJO

                – integrante do corpo docente da faculdade de direito

da universidade gama filho-  do rio de janeiro.

 

Realizada no auditório do D.E.R. – RJ;  em 18.11.1983 .

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CULTURA RACIONAL – Sua importância e repercussão necessária, urgente e inadiável nos meios acadêmicos.

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      PARTE 1

 

UNIVERSO EM DESENCANTO é uma série de livros, série essa que congrega a CULTURA RACIONAL, a cultura que desenvolve a parte do nosso cérebro que nunca foi utilizada: a Glândula Pineal (ou Epífise), a célula do raciocínio.

 

            É uma Obra muito forte, com um conteúdo verdadeiramente enciclopédico, no sentido de que abrange uma gama inteira de conhecimentos.

            Ela é uma cosmogonia, ela é uma antropologia, ela é uma psicologia, ela é uma ética, uma filosofia, uma biologia, uma pedagogia, é obra para o homem na sua essência, para a humanidade presente em cada um dos Seres Humanos e é uma obra que além desse conteúdo importante, traz a marca da oportunidade histórica do seu surgimento no Brasil.

            É uma mensagem desenvolvida e estruturada numa escritura básica e fundamental de 21 volumes, seguidos de outros tantos destinados a levantar e responder as objeções que porventura os leitores venham a fazer no decurso da leitura da Obra básica. Portanto, aos 21 volumes da escritura fundamental, seguem-se os 21 da chamada Réplica, à qual se segue a síntese importante denominada Tréplica. E à Tréplica seguem-se fascículos pequenos, ilustrativos, elucidativos e explicativos de fatos e revelações contidos na Obra.

            É uma Obra realmente ciclópica. Não foi escrita especialmente para doutores, embora os doutores possam ignorá-la. Ela foi escrita para o homem em geral. O seu destinatário é a humanidade. O estilo, a forma de comunicação é aquela que muitos já leram, conheceram, outros estranham: é uma linguagem circular, não de todo linear. É um discurso interessantíssimo, com passagens sublimes, dramáticas, veementes, poéticas, líricas, puras, repassadas de uma profunda ternura pelo Ser Humano e outras passagens mergulhadas na amargura da realidade deste mesmo Ser Humano.

            É uma Obra chocante! Choca! Como muitas outras no passado já chocaram. Choca pela forma de expressão, choca pela dureza da revelação e choca principalmente pelo veículo que a transmitiu, que serviu de transmissor de poderes elevadíssimos, superiores aos nossos: o modesto, simples e bondoso Ser Humano, que até a presente data, ao 80 anos de idade, outra coisa não tem feito senão raciocinar, transmitir, receber e transmitir, zelar e vigiar pela missão que lhe cabe cumprir. Não há outra explicação para esta Obra, senão que ela vem de muito alto, com caráter de oportunidade e urgência. É humanamente impossível a uma pessoa, que não teve nenhuma formação acadêmica, literária ou científica, como é o caso do Sr. Manoel Jacintho Coelho, ser portador de tanta sabedoria! A sabedoria real, aquela sabedoria resultante do permanente convívio com as correntes mais elevadas deste Universo de Deus.

            Esta Obra parte de um ponto de vista fundamental. Não é fácil fazer dela uma exposição. Exige estudo constante, repetido, interpretação e enfoques pessoais. Diz muito a respeito de cada um.

            Ela conduz o leitor, progressiva e paulatinamente, de uma esfera (a ESFERA EM QUE ESTAMOS MERGULHADOS, CHEIA DE CONTRADIÇÕES, CONFLITOS, CRISES INSANÁVEIS) PARA OUTRA DE HARMONIA, CONCÓRDIA, UNIDADE FUNDAMENTAL e SUBSTANCIAL DE TODAS AS COISAS.

               

 

PARTE  2 –     

           

            A  energia é uma palavra sempre corrente na ciência, na filosofia e na linguagem comum. E hoje é moda dizer que tudo é energia. Explicar o porquê, eis a questão! Houve até quem definisse a matéria como sendo uma porção de energia localizada no espaço sob forma extraordinariamente condensada.

            Partindo dessa premissa, a Obra nos comunica, em primeiro lugar, a existência; constata a existência de uma ENERGIA ORIGINAL, primordial, a ENERGIA RACIONAL. E que por questões que a própria Obra detalha, transformou-se, passou a manifestar-se de diversas formas, fundamentalmente em duas formas: a de energia elétrica e a de energia magnética.

            Na sua linguagem simples, chama: “as energias do chão”. É neste campo que transcorre o drama cósmico do Ser Humano.

            O pensamento e a imaginação, confirma a Obra, são criaturas deste campo elétrico e magnético.

             E aqui é preciso estabelecer diferenças, porque a Obra, como foi dito, é singular, ela usa uma linguagem assemântica. Usa neologismo, além de dar sentido novo a palavras velhas. Quando a gente diz “o pensamento”, essa palavra pode prestar a muitos equívocos em relação à Obra. O que na Obra se chama pensamento, é aquilo que em linguagem filosófica mais antiga chamar-se-ia a mente concreta, o intelecto, voltado para as coisas, voltado para as multiplicidades dos Seres, para diferençar da mente Superior, da mente abstrata, da mente que reflete o Universal.

            Esta mente concreta voltada para baixo, voltada para o chão, para o terra-a-terra, voltada para a multiplicidade, para a transformação das coisas e dos Seres, é o que na Obra se chama “o pensamento”.

            Aquela mente superior, abstrata voltada para o Universal: assim entendemos o chamado RACIONAL SUPERIOR.

            O RACIONAL SUPERIOR, ou mente superior, tenha que nome tiver, ou mente divina, ou plano mental abstrato superior universal, une o pensamento concreto.

            A mente voltada para baixo divide, separa. Então nós seríamos assim, nós Seres Humanos, em relação ao Conhecimento, como se fôssemos um espelho de duas faces. Uma voltada para cima e outra voltada para baixo. A face inferior reflete o Mundo das transformações. O Mundo que está num perpétuo movimento de vir a ser, de transformação, de multiplicação; como diz a Obra: “…o que multiplica e se transforma, se degrada.” E a outra face, a face superior desse espelho, voltada para a unidade.  

            Ora, se nós por um segundo pudermos supor dentro desta figuração que acabamos de formular, deixássemos de nos ligar e de olhar para baixo e nos ligássemos em cima, nós teríamos (mesmo das coisas pelas quais nós conflitamos e brigamos aqui em baixo) uma visão unitária. Iríamos ver que muitas coisas pelas quais damos a vida, o esforço, as energias físicas, morais e a própria saúde, não são aquilo que parecem ser, porque a mente de baixo só pode ver as coisas como aparecem e como parecem. Só a mente superior pode ver as coisas como são.

            A Obra pretende conduzir a um desligamento desse campo energético elétrico e magnético, que só produz contradições e antagonismos, para este outro campo, onde as contradições e os antagonismos desaparecem.

           

                                               PARTE 3 –

 

         Aquilo que na Obra, na sua linguagem simples, mas profunda, diz:”… onde se verifica a situação de todos por um e um por todos.”

            Neste segundo chamado concreto, conflitante, cheio de antagonismos, de divisões, onde os Seres são jogados de roldão por acontecimentos que às vezes não controlam, onde as existências rolam como um rio cheio de pedras, e as pedras sofrem lapidações recíprocas, a Obra fala em lapidação.

            Neste Mundo é impossível, neste segundo  Mundo, neste Antimundo (como também é chamado), é inviável, é impossível o conhecimento verdadeiro e real das coisas como realmente são.

            Olha, isso faz lembrar, dentro da filosofia, o Mundo inteligível e o Mundo sensível da filosofia platônica.

            Neste Mundo só podemos ter opiniões, e as opiniões são sempre divergentes. As filosofias, as ciências, as religiões, as ideologias, no decorrer da história, sempre se apresentaram divergentes, antagônicas ou conflitantes. Algumas, diferentes de antagônicas; diferentes até à guerra!

Porque neste mundo de baixo, no antimundo, no segundo mundo, a discórdia, por falta do conhecimento verdadeiro, da unidade de todas as coisas, leva ao sectarismo, ao fanatismo, à intolerância. E as pessoas passam a pregar coisas belíssimas e a agredir, e às vezes a matar, quem não concorda com a opinião de que aquelas coisas são belíssimas.

            Passam, às vezes, a pregar a caridade e a matar em nome da caridade. A intolerância que gera o fanatismo, a intolerância que divide , que separa, a intolerância que matou Sócrates, que matou os Gracus em Roma, que queimou Joana DÁrc, que queimou Jordano Bruno, que está matando no Líbano, que está matando na Irlanda, que mata no Mundo inteiro. Seja em nome do que for, seja em nome de que idéia for.

            Se o fanatismo é religioso, mata em nome de Deus. Se o fanatismo é político, mata em nome da ideologia. Se o fanatismo é racista, mata em nome do sangue. Se o fanatismo é científico, mata em nome das hipóteses.

            Tremenda lapidação neste segundo mundo de baixo, concreto aos olhos que não saber mais alto e mais além! Tremenda lapidação que levou ao impasse.

O impasse! Estamos num impasse, o Mundo está num impasse! E a grande revelação da Obra: de que com as armas, os métodos, o estilo do pensamento tradicionalmente consagrado como tal, não vai encontrar saída, nem a solução!

            A discórdia é a nota fundamental. Discórdia quer dizer: divergente do coração. É o contrário de concórdia. E nunca se viveu em um clima de tanta discórdia no Mundo!

            Porque este Mundo viveu e vive ainda seduzido dentro de um campo de contradições, encantado, iludido, como na caverna de Platão. Só vemos sombras – passageiras, fugazes, ilusórias, efêmeras, mentirosas. Quebrar esse Encanto, partir este espelho encantado que está voltado para baixo, é a grande finalidade da OBRA.

            Atentem para o título “Universo em Desencanto”.: tirar o véu para que possamos ver com olhos de ver. Ver a unidade que existe – permanente eterna – por trás de todas as mudanças e multiplicidades.

            Esta é a ciência definitiva, a qual vai buscar a visão da face superior do espelho.

            Nós temos que ter coragem de quebrar o espelho de baixo. E é duro derrubar ídolos que trazemos com tanto carinho, geração após geração. É duro sermos iconoclastas de nós mesmos. Requer primeiro um ato de autêntica e genuína humildade. Humildade socrática, aquela que parte da afirmação inicial de que somente sabemos de uma coisa nesse Mundo, esta, sabemos: é de que nada sabemos.

 

            PARTE 4 – Final

           

Quebrar este Encanto, desenfeitiçar este Universo das formas transitórias, passageiras, conflitantes, antagonizadas entre si, dissonantes, discordes, na política, na arte, na música, na ciência, são caminhos que o Ser Humano procura, através dos quais possa encontrar uma explicação e uma saída. O que é a vida? De onde vem? Que Mundo é este? De onde ele vem? Para onde vai? Quem somos? Para onde vamos?

As respostas a essas perguntas são fundamentais para dar sentido à existência, a conferir uma real dignidade à existência humana.

            Conhecer-se a si próprio, é o que está subjacente em toda a Obra.

            Conhecer-se a si próprio!

 Mas, conhecer-nos a nós próprios significa um mergulho dentro de uma realidade que pode ser muito desagradável para nós. Significa quebrar o Encanto deste Universo fascinante e voltar as vistas para cima, vinculando-nos ao Mundo primeiro, ao Primeiro Mundo, o Mundo chamado na Obra “RACIONAL”, a origem e o fim para o qual tendem os Seres.

Completa-se o circuito. O fim é o começo e o começo é o fim. Até nisso se torna óbvia a unidade substancial das coisas.

Aconselharíamos a todos os homens de formação acadêmica a olharem essa Obra com o respeito que ela merece.

            Aos homens de fé religiosa, que não se impressionem com a linguagem simples, coloquial. Isso é uma forma de orgulho, exigir que tudo seja dito de uma forma que agrade.

            A vinculação a este Mundo RACIONAL, que nos dará uma visão real, global unitárias de todas as coisas que nos parecem contrárias, é tão fácil, mas, ao mesmo tempo, tão difícil!…Porque temos que tirar a roupa antiga e colocar a roupa nova. Temos que mudar a maneira de ver; tem que haver um esforço, tem que haver um caminhar do indivíduo no sentido honesto de realmente querer saber.

            Homens de ciência: caminhem!

Porque esta Energia é viva, ela comanda. Apenas nós estamos vivendo com o aparelho apagado e desativado.

            Chamaríamos a atenção, por exemplo, dos médicos, dos biólogos: estudem o que a Obra fala sobre a Epífise, a Glândula Pineal. Aquela coisinha pequenininha que está no mesencéfalo, no nosso cérebro. Dizem que ela é o órgão residual, já atrofiado e sem finalidade. Olha que pode ser o contrário!

Essa glândula parece que é como a Lua antigamente, da qual nós só conhecíamos uma face. A linguagem antiga fala em pedra angular do templo.

            Essa glândula pequenininha – aconselharíamos aos cientistas, honestamente, sem preconceitos, até como hipótese de trabalho, estudá-la bem, antes de rejeitar. Mesmo porque a rejeição não é científica, não é uma atitude científica. Pois, bem, tudo indica que essa glândula é um poderoso condensador.

            Usando a linguagem comum, diríamos que ela é um transistor que sensibilizado, devidamente estimulado, devidamente conectado, devidamente utilizado, devidamente e adequadamente ligado, nos põe em contado com este MUNDO RACIONAL.

            Está aqui guardada! Guardada!

Que material extraordinário de estudo para médicos! Que material extraordinário de estudo para educadores, pedagogos! Já imaginaram como vai mudar o panorama da educação? Quando se chegar ao conhecimento científico oficial da Epífise, que crianças! Que Seres! Que visão das coisas e do Mundo que as crianças terão! Tão diferentes, serão, da nossa visão!

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            Esperamos que o texto acima, extraído da Palestra do Professor Clay Hardman de Araújo, tenha fornecido a todos um utilíssimo conteúdo para que possam se decidir por ler os Livros de Cultura Racional o quanto antes.

 

TENHAMOS TODOS: SAÚDE, PAZ E CONCÓRDIA!

Diferença entre pensamento e raciocínio

 

DIFERENÇA ENTRE PENSAMENTO E RACIOCÍNIO

 Vamos nos esforçar
para apontar essa diferença de forma clara para o entendimento de todos. Agora,
desde há ¾ de século para cá, já tem sido possível nos propormos a realizar tal
tarefa com reais possibilidades de êxito; dantes não.

 Agora, o processo
evolutivo natural da Natureza já nos dotou do Conhecimento da 
 Verdadeira Causa
de tudo; assim como, das Verdadeiras Origens de tudo que existe. E até mesmo, o
Conhecimento das Verdadeiras Causas desses momentos deprimentes, calamitosos,
de muito sofrimento que vai pelo Mundo afora: a violência em proporções endêmicas;
o terrorismo, o desequilíbrio, a liquidação moral, física e financeira, as falências
por todas as esferas da atividade humana e a implosão avassaladora do que a tábua
de valores da civilização construiu com muito denodo e sacrifício, para a
composição bem organizada e o equilíbrio da vida.

E dotados do Conhecimento da Verdadeira Causa
de tudo que existe, passamos a ter

o entendimento do porquê de todas as ruínas que
estão se passando no Mundo inteiro.

 

Podemos começar a repassar muito disso para a
humanidade poder prevenir-se ante o que por aí vem. Comecemos dizendo então,
que ninguém é culpado do sofrimento de ninguém. Tudo o que está se passando, toda
essa intemperança psicológica do Ser Humano mergulhado, crescentemente, na prática
de monstruosidades contra si e contra os seus semelhantes e contra o próprio
ambiente no qual a vida se desenrola; tudo isso, tem um causa básica: “a
Natureza mudou de Fase”.

 Terminou a Fase de animal Racional e, ato contínuo,
entrou outra Fase em vigor; que é a Fase Racional para suceder a Fase que
terminou. Mas, junto com a Fase sucessora da Fase natural da Natureza que
terminou, nos foi dado o Conhecimento psicossociocultural necessário para que
possamos nos recuperar enquanto espécie humana, apta a consertar a vida e
endireitar o Mundo. É uma mudança decisiva de rumo, sem dúvida, de uma imensa
responsabilidade; por exigir respostas certas e sem evasivas.

A humanidade constituída até aqui, somente de
pensadores, assustada com tudo o que está se passando e à procura da verdadeira
causa básica que, nunca pode ser encontrada no pensamento. Era preciso que
passasse a ser dotada de um Conhecimento tal que, nos fizesse saber de uma vez
por todas
: quem é o pensamento e de onde ele é; quem é a
imaginação e de onde ela é; e saber quem é o raciocínio e de onde ele é. E que
nos fizesse saber, por fim, porque é que a humanidade estava confinada e, sem
solução, nessa classe de animal Racional pensador, sofredor e mortal. Então,
agora sim, tudo isso nos sendo dado a Conhecer, com base e com lógica, nos
livros de Cultura Racional: “Universo em Desencanto”.

 

Daí, à medida que vamos sabendo; então vamos
recomendando a todos que busquem imediatamente se conhecer, adquirindo esse inédito
Conhecimento da Cultura Racional do 3º Milênio. Que é para ficar sabendo a
causa da existência de tudo que existe; porque, é dessa sabedoria que todos
precisamos estar assenhoreados.  

 

Comecemos então, por dizer que o pensamento não
é da origem de onde o raciocínio teve origem. O raciocínio é de origem
Racional, é de cima; e  o pensamento é da
matéria.

 

E o pensamento, por ser de origem do chão, a
sua missão foi sempre primária. E por isso desde que houve a formação do
pensamento para o desenvolvimento da mente; não teve por função missionária nos
fazer acertar em tudo o que nos propúnhamos a fazer. Não, pois o que nasce como
primário, depende de aprender de tudo para algo saber; e ainda assim, sem saber
se está certo ou se está errado aquilo que está sendo feito mediante experiências.
Então, o Ser Humano não tinha outra alternativa; senão pensar, sem saber porque
pensa. Imaginar, sem saber porque imagina, e nunca raciocinava; porque não era
a Fase do desenvolvimento do raciocínio.

E o que é que «Fase» quer dizer? «Fator natural de ser»; é isso o que quer dizer. Significando: «o Fator Natural
de (um feito) ser o que é; é aquilo que faz com que alguém, algo ou alguma
coisa seja, naturalmente, o que é.
».

 

De forma que, numa «Fase», tem vigente nela como um seu fator natural, «a vida vital que é a Energia dela» natural da própria
Natureza, concorrendo para que se efetive o desenvolvimento de uma das três máquinas
psicológicas que o Ser Humano trás dentro de sua cabeça. É o que nos faz
portadores, onde quer que estejamos dessas três bagagens pessoais: a biológica,
a psicológica e a cultural. Cada uma dessas bagagens acoplada às demais.

 Mas, cada «Fase» estava predestinada ao cumprimento de sua peculiar missão e, só.

Lá, no primitivo princípio da formação das
coisas, foi dito que todos tinham raciocínio. E por o animal Racional ter a
mente confusa; então precipitou as coisas e firmou-se no entendimento de que já
estava raciocinando. Não foi isso que foi dito no princípio da formação do
pensamento e sim, que todos tinham imaginação, pensamento e raciocínio. O
pensamento como sempre foi confuso e contraditório, começou a pensar que, a
fase do pensamento, fosse a mesma fase do raciocínio.

 

Não. Cada máquina psicológica existente dentro
da cabeça humana só podia funcionar dentro de sua Fase. Primeiro, foi a Fase da
Imaginação. Segundo, foi a Fase do Pensamento. E terceiro, a Fase do raciocínio
que, hoje aí está ela, a Fase Racional. Ninguém sabia nada disso que, hoje, nos
é dado assim, esclarecido.

 

A Cultura da imaginação e do pensamento foi das
eras do chão, a Cultura Artificial, para a lapidação do animal Racional. Não
podia, portanto, a Fase do pensamento ser tida como foi; como se fosse a mesma
Fase do raciocínio. Foi feita uma miscelânea das Fases. Misturando a Fase da
Imaginação com o Pensamento e com o Raciocínio.

Devido viverem desconhecidos de seu próprio
Ser, não sabiam que, somente quando terminasse a Fase do Pensamento e da
Imaginação é que entraria a Terceira Fase, a Fase Racional para o
desenvolvimento do raciocínio pela Cultura dele, a Cultura Racional.

 

São três Fases da Natureza: A primeira foi a Fase
da Imaginação, a Fase magnética, a Fase da terra; a Fase  da composição da matéria, da composição da máquina
de matéria, para a formação do pensamento magnético; a Fase da imaginação. A
primeira Fase que foi desenvolvida e o foi pela Energia magnética. A segunda
foi a Fase do Pensamento, a Fase elétrica, a Fase da água; a Fase da composição
e do desenvolvimento da máquina do pensamento. Ambas, as duas máquinas do chão,
da composição da matéria por meio dessas duas Energias de condensação material.
Ambas, transformadas nesse líquido seminal, o sêmen, tomam a forma dessa máquina
de origem do chão, essa máquina elétrica e magnética.

A terceira Fase, a Fase dessa mecânica Racional
deformada dentro da cabeça de todos em forma de máquina do raciocínio, no istmo
do mesencéfalo. Essa a máquina do verdadeiro Mundo de Origem de todos, porque
todos os feitos têm que ter a sua origem. Se existe a máquina do raciocínio, é
porque existe a sua origem, porque não há efeito sem causa.

 

E na matéria, tudo é assim: tudo que tem princípio
tem fim. E de forma que dentro de sua época, do seu período, na Fase do seu
trabalho, do seu desenvolvimento; essas duas máquinas da composição do chão – o
pensamento e a imaginação – cumpriram a sua missão de lapidar todos dessa
classe de animal Racional. Mas, o pensador por não se conhecer, pensava que o
pensamento elétrico e magnético fosse eterno. Daí queria incluir dentro da Fase
de Animal Racional (pensador, sofredor e mortal sem solução) – queriam que
coubesse dentro dela – a Fase Racional, que é esta Fase do desenvolvimento do
raciocínio. Isso não tem cabimento. Achava que o raciocínio fosse alguma
modalidade aprimorada de pensamento.

 

Até achavam – dado o grau de desenvolvimento do
pensamento – que se tratasse da mesma coisa: pensamento e raciocínio. Nem davam
por elas, de que cada coisa é uma coisa diferente da outra. Uma coisa é o
pensamento e outra coisa é o raciocínio. Falavam em raciocínio sem ter chegado
a Fase Racional para o seu desenvolvimento.  Hoje é que estamos sabendo que o raciocínio –
esse ponto básico da vida eterna – é da Fase consciente e positiva; enquanto
que o pensamento é da Fase inconsciente e negativa; que foi necessária existir,
para nos lapidar.

Então, mesmo hoje, quando está pensando isto ou
aquilo é costume dizer que está raciocinando
; por não ter raciocínio, confunde
pensamento com
raciocínio, sente-se dotado da
faculdade de raciocinar. Julga possuir virtudes que, em si próprio, não
existem. Não sabe (ainda) que o raciocínio é uma coisa: pura, limpa e perfeita,
com equilíbrio verdadeiro e definido. Portanto, o Ser Humano, enquanto
permanecer inerte dentro de sua cabeça essa máquina biológica do exercício da
função psicológica Racional
, o Mundo prosseguirá convertido por
uma sabedoria invertida…
porque, não tendo em função o raciocínio e tendo que viver em
experiências, vive como se
, um Humano irracional, fosse.

 

Eram tempos em que o raciocínio não funcionava, porque desconheciam a sua base
de origem
. Funcionava o comando elétrico e magnético. Então, havia a tal grande confusão com o pensamento e o raciocínio. Agora sim, é que
chegou
o raciocínio dos animais
Racionais, da sua base de origem
. Agora é que estão sabendo o que é o raciocínio. Agora é que vão ser Racionais, por estarem conhecendo e sabendo todo o
translado de sua base de origem, de todos e de tudo
.

 

O raciocínio é muito diferente
do pensamento elétrico e magnético, que é dos animais Racionais, livres
pensadores
. Então, as Energias: a elétrica e a magnética
faziam uma desregulagem tal no Ser Humano que, a pessoa ficava incompreendida
por si mesma
. Vivia igualmente a
um bicho, por estar sob a influência do irracional, que é a energia elétrica e
magnética, zangando com tudo, nervoso com tudo
. A impaciência, porque a elétrica e magnética molestava o Ser Humano; é uma Energia destruidora. E assim, agora conhecedores de toda a formação; havendo então, o «desencanto»; que é a sua separação do animal irracional.

 

A hora do «desencanto» é
esta, o que é de cima e que veio de cima, volta para de onde é, volta para o
Mundo Racional; por ser do Mundo de cima. E o que é do chão, continua no chão
em transformações, até que se dê a extinção do chão; a extinção desta deformação
e a volta ao seu estado natural de Racional puro, limpo e perfeito.

 

Há muito mais para
você saber sobre este assunto, nos Livros da Cultura do desenvolvimento do
raciocínio; os Livros: “Universo em Desencanto”.

Tenhamos todos
saúde e paz!