O SABER QUE NOS SALVA

O SABER QUE NOS SALVA

Uma recomendação feita, frequentemente, no bojo do conhecimento racional é a de que se deve procurar deter o verdadeiro saber; pois, a razão de «as coisas serem como têm que ser», é independente do nosso querer e do nosso entender  que, por sua vez, é resultante de nossa diminuta faculdade consciente, que supõe a vida de acordo com as nossas experiências; e é resultante também, de nossa faculdade inconsciente ser altamente desenvolvida.

 

A humanidade depois de ter adotado, por oito milhões de anos,  nas  regiões árabes e numa  parte da ásia, o alfabeto de astrologia, ela abdicou de seguir se baseando por ele, depois que o movimento de seu abandono teve início na Jordânia; onde foi introduzido o alfabeto artificial.

 

Dali adveio um vácuo, depois da revolta da natureza que reagiu com maus tratos aos detratores da astrologia cósmica primitiva; e então, passado muito tempo, outros povos vieram a encontrar os escombros e resquícios daquelas antigas civilizações que a natureza devastou.

 

Então, admirados com o alfabeto de progresso artificial iniciado pelas extintas civilizações árabes, puseram em discussão a adoção e a lapidação daquele alfabeto dos extintos  subversores do mapa astrológico redigido pela natureza na palma de nossas mãos. Queriam ver se poderiam viver melhor ainda do que viviam com o maravilhoso (mas limitado) estudo da astrologia.

 

Então, das discussões, atritos e conflitos em torno da adoção do alfabeto subversivo,

aquelas gerações de outrora acabaram por, mais tarde, darem reinício ao alfabeto derivado das articulações das mentes de matéria em busca do melhor jeitinho a dar para saciar suas conveniências. E depois de muito e muito lapidado, foi que surgiu o tronco do grego, do latim e do hebraico. E daí por diante, ficou relegado ao esquecimento o mapa da vida nas palmas das mãos.

 

                    Prevaleceu acima de tudo este alfabeto repleto de meios e modos artificiais que aí está, seguindo como critério a invenção da escrita, embora no Oriente ainda haja um razoável uso do alfabeto do mapa astrológico da vida, lido nas palmas das mãos. Na Índia, os Indus e mesmo na Arábia, ainda se faz algum uso desse alfabeto; mas, não mais em larga escala como na sua mais longínqua antiguidade. Vale ressaltar que deve ser levado em conta que essa periodização dos fatos, narrados pela Cultura Racional nos Livros “Universo em Desencanto”, está relacionado a   datas não coincidentes com aquelas que são balizadoras dos historiadores da ciência contemporânea; entre os quais, por sua vez, também não há um consenso sobre o que é antiguidade.

 

                    O fator natural é aquilo que tem que ser enquanto vigora uma Fase Natural da Natureza. É isto que “Fase” que dizer: “fator natural de ser”. Não há o que possa mais do que o Poder do Fator Natural da vida, a Dona de todas as vidas feitas por ela, pela Natureza, da qual todos dependem para poder viver.

 

Na classe de animal Racional somos formados por três Energias fecundantes do sêmen na formação do corpo humano.

 

O corpo do animal Racional depende para ser feito, da energia elétrica e magnética transformada em líquido de categoria seminal que se transforma nessa máquina elétrica e magnética de matéria. E o corpo pineal organicamente nesse corpo ligado, é devido ao corpo do Habitante do Mundo Racional que, na sua extinção em cima da Planície deformada em água e terra, a sua última virtude materializou-se, a causa da máquina do raciocínio.

 

De forma que, o que é natural, de verdade é; por vibrar em consonância com a própria Natureza que, é a vida Dona de todas as vidas. A Natureza é nada mais nada menos, do que o estado maior de ser desta parte do Universo. Para ver que o Direito é um atributo da Base Natural das coisas. Fora do Natural tudo é errado e, dentro do Natural tudo é Direito. O Natural não tem dúvidas a fazer; porque é o verdadeiro; já o artificial com aparência de natural, é o pseudo – natural, é o embusteiro.

 

Houve a invenção da escrita que subverteu a ordem natural das coisas e, ficou vigorando no mundo como uma parte que está em experiência, na incerteza de tudo e duvidando de tudo; errando mais do que acertando; visto tudo isto, se tratar de produto da psicomáquina do pensamento; uma base biológica das funções psicológicas que não foi feita para produzir acertos na vida dos pensadores; e sim, para lapidar a todos os seres pensantes dessa classe animal de origem racional. Feita por quem? Pela Natureza, para nos utilizar como suas ferramentas pensantes, como um de seus utilitários descartáveis. Está aí um invento tecnológico. Quem o fez? Foi quem nos fez pensar em fazê-lo. E depois de pensar em fazê-lo, foi então que, só depois, o fizemos.

 

Com o desenvolvimento da imaginação e do pensamento, na evolução natural, houve a formação das letras, palavras, números, dando origem às línguas diversificadas em cada região da Terra e à infinidade alfabetos: Pictogramas (assíria); Pictogramas (calendário asteca); Escrita ideográfica: chinês; Escrita Ideográfica (egípcia); Escrita consonântica: cuneiforme; Escrita latina capital; Escrita cirílica (em Romeno). Uma infinidade de caracteres e glifos e símbolos gráficos empregados pelas regiões deste Segundo Mundo.

 

                    A humanidade, ao definir-se pelo abecedário artificial, promotor da artificialização dos povos ávidos por saciar as suas vontades acima de tudo; acabou arrumando uma sarna daquelas pra se coçar. Ferimos uma regra da empatia e a Natureza revoltada, reverteu a sua afeição em repulsão. E assim, até hoje, haja maus tratos.

 

Porquanto, depois da modificação do abecedário astrológico, a revolta dos viventes do Mundo Espacial Invisível – o Mundo Espiritual; bem como, da Natureza, foi de indignação tal que, esta abriu um portal cósmico que serviu de via de acesso aos habitantes do Mundo Elétrico e Magnético Invisível que, passaram a intervir em nossa vida terrestre, perseguindo-nos com forças estranhas. Dali por diante, esses Seres espirituais passaram a progredir entre nós, de acordo com a educação e a instrução desenvolvida em nossos meios sociais.

 

Mas, na Natureza deste Mundo de Matéria, tudo que tem princípio tem fim, tudo é assim. E, no se findar, agora que a cultura do homem civilizado do Segundo Milênio já atingiu o seu clímax, surge a continuação do progresso do pensamento (uma Fase que prevaleceu até bem pouco na Natureza em transformações de tudo) e, surge em forma do progresso do Terceiro abecedário.

 

O primeiro alfabeto, foi natural, o alfabeto de astrologia;

O Segundo Alfabeto foi Artificial;

O terceiro Alfabeto é Transcendental, vindo de fora este Conhecimento Racional.

 

Sim, surge agora a Cultura Racional do Terceiro Milênio, para a Racionalização da Humanidade através do desenvolvimento do raciocínio. Esse é que é o alfabeto do Terceiro Milênio. É na Glândula da Vida, que está a Energia de classe Suprema que é um Habitante do Mundo Racional materializado em forma de máquina do raciocínio. Sempre o mesmo Personagem.

 

E agora foi que, chegou o tempo, o dia e a hora do desenvolvimento da desmaterialização do corpo de Energia Racional materializado em forma de máquina do raciocínio. Esse é o que vai ser desmaterializado em primeiro lugar. E depois virá a Fase da desmaterialização da Energia elétrica e magnética, para tomar a forma do seu verdadeiro estado natural que é a Planície Racional

 

Depois do Habitante do Mundo Racional desmaterializado está pronto para voltar para o Primeiro Mundo, o Mundo Racional, com o seu corpo de Energia de vida eterna e com o seu progresso de pureza.  E o corpo de animal Racional da pessoa Imune aos males do corpo e da vida, depois que esse corpo se findar, a pessoa nunca mais tornará aqui a nascer na matéria.

 

Não há mais a morte, a morte morreu. Cada vida continua no seu Mundo, cada um no seu lugar, cada qual no seu canto. A matéria, continua a vida transformada em Planície Racional que é o seu verdadeiro lugar. E o Habitante do Mundo Racional, depois de desmaterializado pela Cultura Racional, toma a forma do seu verdadeiro estado de ser natural e volta para o Primeiro Mundo, o Mundo Racional. E depois da volta do Habitante do Mundo Racional, a Planície Racional volta para o Mundo Racional de onde veio ficar transformada neste Segundo Mundo. Aí está o fim do Mundo.

 

Procure penetrar nessas mais altas alturas que nós não conseguíamos alcançar, por estarmos vivendo no clamor da sucessão de más aventuras. Agora é a Fase de fazer por onde conseguir; lendo os Livros de Cultura Racional.

 

Pedidos de Livros:

RETIRO RACIONAL – GRAFICA RACIONAL

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Tenhamos, todos: saúde, paz, sossego e fraterna concórdia universal, pelo desenvolvimento do raciocínio que, é a razão da vida eterna. Abracemo-nos todos, como irmãos de uma origem só. Posto que, a verdade é uma só; é Racional.

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